Competitividade tóxica: Cuidado

Competitividade tóxica, pois é, eu prometi e voltei pra comentar sobre um assunto muito importante que é a competitividade no ambiente de trabalho. 

Competir é natural e, acima de tudo, importante. Principalmente do ponto de vista da produtividade, afinal, foi competindo entre si que as maiores corporações aprimoraram seus produtos, e é através da competitividade que o mercado consegue tornar seus preços acessíveis para públicos de quase todas as esferas sociais. 

Mas se competir é tão importante quanto aprimorar serviços e produtos, em que momento a competitividade se torna prejudicial ou tóxica? 

Como é possível que, na corrida para ser o melhor, possa surgir pontos negativos? 

Quando a competitividade joga contra. 

Pois é, como tudo na vida, o que define veneno ou remédio é a dosagem. 

Competitividade tóxica: Na corrida pelo sucesso vale tudo? 

Eu percebo que, em algumas situações de competitividade, pessoas e empresas acabam deixando seus próprios valores de lado. 

O objeto de desejo, quer seja uma posição de trabalho, quer seja um determinado posicionamento de mercado, se torna tão ambicionado por gestores e colaboradores que, em dado momento, a ética e o respeito acabam sendo deixados de lado. 

E essa é a competitividade tóxica.  

Quando o desejo de alcançar determinado posto deixa de inspirar produtividade e encoraja ações desleais. 

Ignora pessoas, causas, e adota atitudes duvidosas e até egoístas em algumas situações. 

A verdade é que esse comportamento pode ser revisto e corrigido, afinal, por mais que correr atrás dos próprios objetivos pareça benéfico, é necessário lembrar que nem sempre vale tudo para alcançar o que se deseja. 

A conta não fecha quando, para alcançar os seus sonhos, se torna necessário esmagar os sonhos dos outros. 

E no fim das contas, o mercado empreendedor é para quem oferece soluções e não para quem representa problemas. 

Seja a solução que o mundo precisa. 

Aliás, eu fiz um artigo que pode ser interessante pra você que é um apaixonado pelo ambiente corporativo e empresarial. Lá eu comento um pouco sobre coisas importantes que cada um de nós pode aprender assistindo ao Shark Tank Brasil. Um programa pra gente grande onde, em outras palavras, a competitividade é produtiva e cada negociação ensina muitas coisas. Clique aqui para ler.

E por fim, concluímos que profissionais de idades diversas, classes sociais e realidades diferentes podem atuar juntos e tornar o ambiente ainda mais produtivo. 

Quer saber mais?

Me siga nas redes sociais: @crisarcangeli e não se esqueça de comentar aqui a sua opinião sobre competitividade tóxica.  

Aliás, me conta, você conhece alguém ultra competitivo? Ou já trabalhou em um ambiente onde a competitividade atrapalhava ao invés de impulsionar? 

Vou ler todas as respostas porque esse é um assunto que eu adoro! 

bjs 

Cris. 

 

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